curar-se

Ausente por estar passando por um processo de perfuração do tímpano, bastante doloroso e purificador, deparo-me com esta coisa linda realizada por esta juventude que está se levantando e abrindo corajosamente novos horizontes e perspectivas.

Agradeço a querida amiga Zilda, que me mandou o vídeo pelo whatsap, sem saber o que eu estava passando, mostrando uma sincronicidade da rede de solidariedade que também me surpreendeu com o milagre de uma consulta ao otorrino na rede pública, na véspera do reveillon, que me salvou, literalmente, de dores e grandes desconfortos.

Compartilho esta experiência para mostrar que há uma nova consciência surgindo, novas sinergias se estabelecem o tempo todo e se ampliam, se transformam… Não podemos ver, mas está aí o tempo todo, a rede do bem, à qual sou profundamente grata.

Gratidão também a FLAIRA FERRO, esta jovem profundamente inspiradora que tem embalado minha cura.

Na certeza da minha recuperação breve, quero agradecer quem lê os posts que trago com temas que, acredito, podem contribuir para nosso crescimento pessoal, aprendendo junt@s, crescendo junt@s. (Isis de Castro.)

DESEJO QUE 2017 SEJA O ANO DA VERDADE E DA CURA! AHOW!

 

Sou a maldade em crise
Tendo que reconhecer
As fraquezas de um lado
Que nem todo mundo vê

Fiz em mim uma faxina e
Encontrei no meu umbigo
O meu próprio inimigo
Que adoece na rotina

Eu quero me curar de mim
Quero me curar de mim
Quero me curar de mim (refrão)

O ser humano é esquisito
Armadilha de si mesmo
Fala de amor bonito
E aponta o erro alheio

Vim ao mundo em um só corpo
Esse de um metro e sessenta
Devo a ele estar atenta
Não posso mudar o outro

Eu quero me curar de mim
Quero me curar de mim
Quero me curar de mim (refrão)

Vou pequena e pianinho
Fazer minhas orações
Eu me rendo da vaidade
Que destrói as relações

Pra me encher do que importa
Preciso me esvaziar
Minhas feras encarar
Me reconhecer hipócrita

Sou má, sou mentirosa
Vaidosa e invejosa
Sou mesquinha, grão de areia
Boba e preconceituosa

Sou carente, amostrada
Dou sorrisos, sou corrupta
Malandra, fofoqueira
Moralista, interesseira

E dói, dói, dói me expor assim
Dói, dói, dói, despir-se assim

Mas se eu não tiver coragem
Pra enfrentar os meus defeitos
De que forma, de que jeito
Eu vou me curar de mim?

Se é que essa cura há de existir
Não sei. só sei que a busco em mim
Só sei que a busco, me curar de mim

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