Janelas,

tão belas, singelas

como passarelas

que se estendem ao porvir.

Como poderia viver sem elas

que enchem meus olhos

fazendo-me sorrir…

Sinto fogo no meu peito

e este presente aceito

sonhando sem nem dormir.

Apenas dois olhos atentos

muitas vezes sonolentos,

que querem mais se abrir

e ver o que está por detrás,

pois este saber que é demais!

Faz despertar e ouvir,

com todos os sentidos sentir

trazendo-os à luz a fluir…

Sou grata a minhas janelas.

Lembro-me de todas elas

juntas a me encantar…

Arcos íris, nasceres de lua,

sóis em cores e eu nua

aprendendo o amor a amar…

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