Neste momento de indizível tristeza interna por ver fora de mim indescritível baderna, ouço o instinto de sobrevivência que diz dentro de mim: Caminha. Não teme. Tudo passa. Nada é por acaso. Verdades banais e eternas que esquecemos todos os dias, até redescobrirmos o silêncio.

Diante das atrocidades? Silêncio. Desumanidades… Silêncio. Injustiças… Silêncio.

Há gritos demais no mundo. Vivemos buscando culpados e não olhamos para dentro. Esquecemos que o que está dentro está fora.

Se cada um de nós reencontrar o silêncio será possível olhar nos olhos de alguém e se ver, se perceber e sorrir para si, para alguém, e descobrir(-se).

E assumiremos nossa parcela de responsabilidade na mudança que queremos ver. Não seremos mais coniventes com nossas próprias atrocidades, desumanidades, injustiças.

Seremos humanos. Seres Humanos. SER HUMANO. E todos governaremos o mundo e cuidaremos da Mãe. Faremos as pazes com a Natureza. Abriremos nosso coração ao Sol.

No íntimo da utopia que habita o meu SER HUMANO, desejo que possamos aprender a olhar um para o outro em silêncio, sentindo os elos sutis que nos unem.

Dependemos uns dos outros. Somos todos Seres Humanos…

A PAZ ESTÁ DISPONÍVEL PARA NÓS EM TODOS OS MOMENTOS.

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