Alguma vez na vida alguém pode se sentir sem teto e sem tribo. Percebe que sua essência não se restringe a nenhum rótulo porque pode abranger todos.

Talvez seja este o momento de transcendê-los para se conectar à Essência.

Essência não tem teto nem tribo. Apenas é. É o que vem e o que vai. É além do Ego. É fluidez. É ser.

Na nossa rigidez cotidiana esquecemos de fluir simplesmente.

Vivemos sob leis muitas vezes absurdas, que massificam e dessensibilizam as pessoas, suas peculiaridades, suas diferentes necessidades. Temos de ser assim ou assado, certo ou errado, sem direito a outras alternativas, olhares diferenciados.

O silêncio incomoda. Há uma necessidade de falar, falar muito, falar qualquer coisa, e o silêncio é considerado algo difícil de conseguir, distante, quase inatingível.

A essência é puro silêncio, é estar em si plenamente, em seu centro. A certeza de que SOU e ESTOU exatamente neste momento, agora.

Sem teto e sem tribo é quando se estufa o peito como um pombo e, de cara para cima, recebe-se em cheio a água da chuva, purificadora e sem cloro, que massageia o corpo, as sensações, a alma e o coração.

É assim que se consegue conexão completa com muitos outros sentidos além dos cinco mais óbvios que conhecemos. Na pureza do silêncio.

É quando nos sentimos como o surfista que, levando um pedacinho de chão em seus pés, acredita poder enfrentar ondas revoltas, mar ondulante, moto perpétuo da vida. É com essa ingenuidade que conquistamos o mundo.

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