#partiuavalon

6º DIA – 11/08/2013 – DOMINGO

…”os artistas ou escritores são as nossas versões contemporâneas dos xamãs, que têm visões referentes a suas tribos. Eles recorrem a uma camada mais profunda e expressam-na. E essa camada – o inconsciente coletivo – traz mais do que a cultura da época ou a experiência dessa pessoa específica, embora esses dois fatores atribuam uma roupagem própria ao que provém dessa fonte atemporal e transpessoal. Esse conceito ajuda a explicar o sentimento e o conteúdo das histórias do Graal.” – Jean Shinoda Bolem – O Caminho de Avalon

ROTEIRO DIA A DIA

Dia 5 – 11 de Agosto – Domingo – Southampton – Edinburgh

10:00     Transfer do hotel para o aeroporto de Gatwick

15:40     Partida do voo para Edinburgh

17:00     Chegada a Edinburgh / Transfer do aeroporto para o hotel / pernoite em Edinburgh

O dia amanheceu agitado, dia de viajar, arrumar malas, fazer checkout no hotel, ir para o aeroporto.

Querida Joyce, incansável, a tudo se antecedia, providenciava, informava, atendia. Sua atitude amorosa sempre me encantava.

O grupo mostrava-se cada vez mais harmonioso e lá íamos nós, a caminho de um novo país e novas aventuras…

A Escócia é um país impressionante. A mim sempre passou antiguidade, ancestralidade, tradições, muito marrom e verde (fomos no verão, quando a temperatura não costuma passar dos 20°C), e tons de cinza no tempo nublado, parecendo sempre prestes a chover.

Desde que assisti o filme “Coração Valente”, com direção e atuação brilhantes de Mel Gibson, encantei-me pelas paisagens escocesas, seus costumes, história, tradições, reforçados mais recentemente com a série “Outlander”, criação de Ronald D. Moore, da Netflix.

Ali são falados dois idiomas: inglês e a antiga língua gaélica escocesa de origem celta.

Foi uma viagem tranquila, clima de aeroporto, com aquela grandeza toda, bate papos, boas expectativas, felicidade.

Chegamos em Edimburgo pelo fim da tarde, dia claro, pois no verão só escurece depois das 20:00 hs. lá daqueles lados. Tempo tranquilo de chegar ao hotel, fazer checkin e sair para passear, conhecer, comer.

 

Por trás do hotel corria um rio cravado no meio de uma mata, que nos ofereceu uma paisagem quase medieval.

 

Este foi o hotel que ficamos. Pela espessura das portas dá para imaginar o frio que faz por ali…

Por sinal, estava bem friozinho para nós, pessoas do sol e do calor…

O Castelo de Edimburgo não se perde de vista, a maior referência da cidade, que remete a tempos imemoriais, casando perfeitamente no contraste com a cidade mais moderna e movimentada, com um trânsito tranquilo, ruas largas no centro por onde transita um metrô de superfície.

Começamos a nos acostumar com aquelas paisagens que misturavam o atemporal e o contemporâneo…

É notória e impressionante a beleza e simpatia do povo. Pessoas altas, fortes, arruivadas, louras ou castanhas, coradas, risonhas, acolhedoras.

Caminhamos bastante, tiramos fotos, acompanhamos o pôr do sol sobre as colinas, até encontrarmos um restaurante típico, um pub, onde fomos muito bem recebidos e matamos nossa fome a partir de um cardápio variado e saboroso.

As emoções da chegada foram dando lugar a uma saciedade física, aliada a uma satisfação tranquila, que já pedia repouso para se preparar para as próximas emoções, pois no dia seguinte estaríamos a caminho da Ilha de Lindsfarne, um lugar mágico e incrível, dos mais lindos que conheci em minha vida…

Lição nº 9: O melhor sempre está por vir…

 

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STONEHENGE: CICLO NO INTERIOR DE CICLOS… – Isis de Castro. – da série CONTOS AUTOBIOGRÁFICOS

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