PREFÁCIO

Um dia uma menina viu uma foto e seu coração pulsou diferente. Que magia tinha ali à sua frente que fazia todo seu ser vibrar?

Não tentou entender, afinal era apenas uma menina, deixou guardada aquela lembrança que a encantava sempre, a cada recordação.

Sonhou. Aquela menina sonhou. Ousou sonhar algo que parecia tão distante dela que nunca se realizaria. Bastava-lhe fechar os olhos e ver-se lá de mil maneiras, do jeito que quisesse, apenas desejando, desejando ardentemente estar lá, estando lá no mundo imaginal.

Um dia abriu os olhos e, pasme!, estava exatamente lá, diante dos portais ancestrais de Stonehenge, com suas pedras colossais e todo seu mistério, e tudo fez sentido de repente.

Ali estava, emocionada, diante daquele colosso tão sonhado e intensamente desejado, e se perguntou “Pedra não tem vida?”, e elas responderam “O que você acha?”, ecoando e ressoando além do tempo e do espaço… apenas naquele momento fugaz e eterno…

E sim, me rendi. E agradeci. E chorei de pura epifania e gratidão por tudo e todos e todas que me conduziram até aquele momento.

A propósito, sim, a menina era eu… Sou eu… E desejo muito compartilhar esta experiência para mostrar que, quando atiramos as pedrinhas dos nossos sonhos no mar da imaginação, nunca sabemos quantos círculos concêntricos se expandem até alcançar aquilo que desejamos…

Creio que é assim que acontece. É o conhecido Efeito Borboleta, encontrando seus estranhos atratores que se combinam formando novas conexões, expandindo, expandindo sempre, facilitando o fluir de acontecimentos e sincronicidades.

Assim o desejo cresce e se junta a desejos semelhantes, formando um turbilhão onde as coisas acontecem, o impossível inclusive…

Vi-me então cercada de mais 12 círculos concêntricos, egrégora formada para aquele momento, unidos para viver aquela aventura do “Caminho de Avalon”, uma jornada existencial, ancestral, ao fundo do poço, uma hibernação libertadora, que levava às estrelas, à lua cheia, à volta do que chamamos “realidade”.

Naquela vasta campina, iluminada pelo sol do alto verão inglês, fizemos uma roda de dança circular celebrando Pacha Mama, nossa amada Mãe Terra, com uma coreografia de conexão e profunda gratidão e integração com tudo à nossa volta, conduzidas por nossa querida Gessica, que atendeu meu pedido.

O que mais posso dizer?

Gratidão eterna a Satya Joy (My Joy), Sahwenya, Elizia, Renata Anka Chaska, Mariana, Gessica, Roseli, Bernardete, Silvana, Zuleika, Ivone e Diego, o único varão, nosso querido, lindo sacerdote.

Neste “coven” celebramos nossa aventura, que começo aqui a relatar, acima de tudo, para me divertir, mas também para fechar um ciclo tão significativo, transformador e evolucionário.

Aprendizado nº 2: Chegou a hora de dizer “SONHE!” É preciso sonhar. SONHE TODO DIA!

SE QUISER SABER MAIS SOBRE STONEHENGE – A CAMINHO DE AVALON, ACESSE:

STONEHENGE: CICLO NO INTERIOR DE CICLOS… – Isis de Castro. – da série CONTOS AUTOBIOGRÁFICOS

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